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Interpretação de texto: A abelhinha e o beija-flor – 5º ou 6º ano

Atividade de interpretação de texto, proposta a alunos do quinto ou sexto ano, o texto utilizado nesta atividade é "A abelhinha e o beija-flor".


ESCOLA:                                                          DATA:
PROF:                                                              TURMA:
NOME:
 
A abelhinha e o beija-flor
   Ventava muito.
   Os galhos das árvores e plantas moviam-se de um lado para o outro. Folhas secas voavam misturadas à poeira que subia. De longe ouvia-se o ZZZZZZZZZZZZZZZZ……..que o vento fazia.
   A abelhinha, escondidinha num galho da mangueira, olhava para o céu.
   – Chi! Está tão escuro! Na certa vai chover!
   E enfiou-se, então debaixo de várias folhas, para não se molhar quando começasse a chover.
   E a chuva desceu a pingos grossos, acabando com a poeira e o vento. Choveu um bom tempo, até que parou, totalmente.
   Aproveitando a estiada, a abelhinha saiu de onde estava e sobrevoou os jardins. Estava tudo molhado, inclusive as flores. Mas, mesmo assim, ela resolveu pousar sobre uma linda rosa vermelha, quando, de repente, sentiu um vento forte. Olhou para cima e viu que era o ruflar das asas de um beija-flor.
   – Olá, amiga abelhinha! O que anda fazendo por essas “bandas”? – perguntou o beija-flor.
   – Estou aqui “matando” a minha sede nessas gotinhas que estão sobre as pétalas destas flores.
   Hoje trabalhei o dia inteirinho, de sol a sol, buscando o néctar das flores, para transformá-lo em mel. Você sabe o que é mel?
   – Sei, e por sinal é uma delícia! Como é que se fabrica o mel?
   – O néctar que retiro das flores vai para o meu estômago, que recebe o nome de “estômago de mel” e passa por diversas transformações químicas, enquanto voo de volta à colmeia. Na entrada da minha casa estão as abelhinhas mais novas, a quem eu passo o mel pronto que estava no meu estômago. Elas engolem tudo e vão depositá-lo nos alvéolos dos favos, onde permanecem até endurecer. Depois, outras abelhas vêm e tampam com cera cada alvéolo. Essa atividade de tampar chama-se operculação.
   – O que são alvéolos?
   – São umas caixinhas de forma hexagonal, coladinhas umas nas outras, que foram o favo. Ali o mel permanece até amadurecer.
   – Amadurecer? Como assim?
   – Amadurecer ou tornar-se mais grosso. Para que isso aconteça é necessário que várias abelhinhas movimentem suas asinhas, fazendo ginástica para engrossar o mel.
   – Puxa! Que trabalho maravilhoso vocês fazem! Tão pequeninas e tão eficientes! Agora me responda, abelhinha: vocês se alimentam do mel que fabricam?
   – Ó sim! Nós não só nos alimentamos do mel, como também o damos também para nossas ninfas.
   – O que são ninfas?
   – Ninfas são as abelhinhas dorminhocas, isto é, filhotinhos de abelhas que saem dos ovinhos da nossa mestra. Elas são tratadas nos três primeiros dias de vida com geleia real, depois mel e pólen. Antes elas, eram umas larvinhas branquinhas e comilonas. Algumas abelhinhas novinhas têm a tarefa de lhes dar comida, até quando estiverem comendo sem ajuda. Mais tarde, essas ninfas serão abelhas operárias, que voarão pelos campos à procura do alimento. Eu sou uma abelha operária!
   – Que história interessante você me contou! Eu não sabia que você era um inseto tão útil!
   – Você também é uma ave importantíssima no processo de polinização, beija-flor! Devemos esse colorido maravilhoso a vocês, beija-flores e borboletas.
   – E a você também, abelhinha! Além de tudo o que você me falou, você ainda tem essa utilidade. Você também contribui com a polinização das flores.
   E a abelhinha ficou com olhinhos parados, olhando pensativa…
Graça Batituci
 
Compreensão de texto

1) Qual é o título do texto?
R.: 
 
2) Quem é o autor?
R.: 
 
3) Quantos parágrafos há no texto?
R.:
 
4) Onde se passa a história?
R.:
 
5) Sobre o que fala o texto?
R.:
 
6) Quais são os personagens principais?
R.:
 
7) Como estava o tempo no dia em que essa história ocorre?
R.:
 
8) Explique como o mel é fabricado.
R.: 
 
 
 
 
9) Cite alguns usos para o mel.
R.:
 
 
 
10) Faça uma ilustração da história.
 
 

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