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7° ano - Língua Portuguesa

Questão 2 Texto II Todo acontecimento da cidade, da casa do vizinho, meu avô escrevia nas paredes. Quem casou, morreu, fugiu, caiu, matou, traiu, comprou, juntou, chegou, partiu. Coisas simples como a agulha perdida no buraco do assoalho, ele escrevia. A história do açúcar sumido durante a guerra estava anotada. Eu não sabia por que os soldados tinham tanta coisa a adoçar.[...]. E a casa de corredor comprido, ia ficando bordada, estampada de cima a baixo. As paredes eram o caderno do meu avô. Cada quarto, cada sala, cada cômodo, uma página (...). Conversa mais indecente ele escrevia bem no alto. Era preciso ser grande para ler, ou aproveitar quando não tinha ninguém em casa.(...). Enquanto ele escrevia, eu inventava histórias sobre cada pedaço da parede.  A casa do meu avô foi o meu primeiro livro. (...) Apreciava meu avô e sua maneira de não deixar as palavras se perderem. QUEIRÓS, Bartolomeu Campos. Por parte de pai . Belo Horizonte: RHJ, 1995. Fragmentos...

7° ano - Língua Portuguesa

Questão 1 Texto I Pã, uma divindade rural De acordo com a mitologia greco-romana, Pã ou Pan é o deus dos bosques e dos campos, dos rebanhos e dos pastores. Morava em grutas, vagava pelas montanhas e pelos vales e divertia-se caçando ou dirigindo as danças das ninfas (divindades dos rios, dos bosques, das florestas e dos campos). Amante da música, inventou a avena, uma flauta, que tocava exemplarmente. Pã era temido por todos aqueles que tinham que atravessar as matas durante a noite, pois as trevas e a solidão desses lugares predispunham as pessoas a medos e superstições. Por isso, os pavores desprovidos de causas aparentes eram atribuídos a Pã e chamados de pânico . BULFINCH, Thomas. O livro de ouro da mitologia .Rio de Janeiro: Ouro, 1967. Em “(...) e a solidão desses lugares (...)”, a expressão em destaque refere-se: às montanhas. aos vales. aos bosques. às matas.

6° ano - Língua Portuguesa

Questão 5 OS DOIS AMIGOS E O URSO Iam os dois homens pela estrada Quando um urso os atacou. Enquanto um deles caiu, O outro, em desabalada Fuga, numa árvore subiu O que ficou se fingiu De morto. O urso cheirou, Mexeu, virou, revirou, Finalmente desistiu. Depois que o urso sumiu, O outro, de volta, rindo, Ao amigo perguntou: – quando fuçou teu ouvido, O que o urso falou? – Que nas horas de perigo, Se conhece o falso amigo. Fonte: La Fontaine. Fábulas. Revan. Rio de Janeiro, 1998. (tradução de Ferreira Gullar) O amigo que caiu conseguiu livrar-se do urso porque se fingiu de morto. fuçou o ouvido do urso. atacou ferozmente o urso. iniciou uma desabalada fuga.

6° ano - Língua Portuguesa

Questão 4 ALBERT EINSTEIN O pequeno Albert Einstein demorou tanto para aprender a falar que seus pais ficaram preocupados. Sempre foi calado, não brincava muito com os outros e preferia ficar em casa lendo, ouvindo música e fazendo castelos com cartas de baralho. Na escola, as notas do futuro físico e inventor da Teoria da Relatividade eram baixíssimas e um dos professores achou melhor que Einstein parasse de estudar. Mas, aos 12 anos, ele começou a se interessar por matemática e não parou mais de pesquisar e aprender, tornando-se um dos maiores gênios do século 20. Albert Einstein - o mais célebre cientista do século 20. Foi um físico alemão conhecido por desenvolver a teoria da relatividade. O tema do texto é educação do Século 20. a origem da matemática. a Teoria da Relatividade. a infância de Albert Einstein.

6° ano - Língua Portuguesa

Questão 3 Para rir um pouquinho – Alô! Seu Brito? Como vai essa força? Aqui é o gerente da loja. Olha, eu só liguei pra avisar ao senhor que a sua prestação venceu! – É mesmo, é? Puxa, nem sabia que ela estava jogando. www.escolamultimeios.org Na frase, “Olha, eu só liguei pra avisar ao senhor que a sua prestação venceu .”, a palavra destacada indica que a prestação já foi paga. foi cancelada. não será cobrada. ainda não foi paga.

6° ano - Língua Portuguesa

Questão 2 BILHETE AO SENHOR GRILO Senhor Grilo, por favor, Interrompa a cantoria. Não sei como nem por quê, Não me deixa adormecer Com seu cricri noite e dia. Se quiser, meu senhor Grilo, Vá cantar pra sua tia. Fonte: Sérgio Caparelli. 111 poemas para crianças. Porto Alegre, LP&M, 2003. O último verso do poema “Vá cantar pra sua tia.” revela que quem escreve o bilhete está irritado. agradecido. emocionado. desconfiado.

6° ano - Língua Portuguesa

Questão 1 BILHETE AO SENHOR GRILO Senhor Grilo, por favor, Interrompa a cantoria. Não sei como nem por quê, Não me deixa adormecer Com seu cricri noite e dia. Se quiser, meu senhor Grilo, Vá cantar pra sua tia. Fonte: Sérgio Caparelli. 111 poemas para crianças. Porto Alegre, LP&M, 2003. No bilhete ao senhor Grilo é pedido que ele cante noite e dia. interrompa a cantoria. adormeça a vizinhança. convide sua tia para cantar.